quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A GRANDEZA DE DEUS

“Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas cousas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar” ( Is 40:26).

Eu não sou uma teológa, tampouco uma autoridade eclesiástica. Apresento-me apenas como uma filha maravilhada com a grandeza de meu Pai Celeste.Para mim, o versículo 26 de Isaías 40 é a porção das Escrituras que ilustra de modo mais sublime a majestade de nosso Deus, o Supremo Rei do Universo. Gostaria de explicar-lhe o porquê, caro leitor, com uma pergunta e um convite. Você já contemplou o céu noturno, fora da cidade? Tente visualizá-lo.

Acho que você não poderia contar quantas são as estrelas no seu campo de visão; e estou certa de que jamais poderíamos dizer seu total no Espaço. Alguém que sabe muito, realizando alguns cálculos complexos, conseguiria estimá-las em bilhões de bilhões. Mas somente Aquele que sabe todas as coisas é capaz de responder qual seu número exato, e mais: chamá-las, cada uma, pelo nome, sem confundir ou esquecer. A isso só podemos denominar de Onisciência.

A ideia de um batalhão bem contado de estrelas recrutadas uma a uma já é, por si só, magnífica demais para a nossa compreensão, amigo leitor. Contudo, uma leitura mais atenciosa do belo texto em questão revela-nos outro glorioso aspecto de Deus: a sua Onipresença. Os luminares reunidos não constituem um exército qualquer, antes, O exército celeste; e, para formá-lo, a ordem divina fez-se presente até aos recantos mais longínquos do nosso Cosmos.

E Isaías prossegue nessa perfeita definição da glória e da soberania do Senhor, expressando também a Onipotência do Deus Pai. Perceba, leitor, ao ler Isaías 40:26, que as hostes estelares somente se apresentam devido à grandeza de quem as convocou. Ora, as estrelas são corpos celestes muitas vezes maiores do que a Terra. O Sol é um exemplo das menores classes de estrelas presentes no Firmamento – e o Pai da Eternidade pode movê-los.

Esses corpos luminosos, a despeito de sua imponência, são destituídos de autonomia; eles se movimentam no Espaço Sideral impelidos pela interação entre seus campos gravitacionais. Não há volição, apenas Física. E o nosso Deus é o centro de tudo isso, é a suprema força motriz que atrai para si todos os elementos da ciranda espacial. As estrelas não vêm para Ele; Ele é que as traz. Portanto, não há, em toda a vastidão universal: algo que o Criador desconheça; lugar que sua voz não alcance; força que resista à sua vontade soberana e poderosa.

Frente a essas três verdades irrefutáveis da grandeza do SENHOR, só há uma conclusão a que podemos chegar. E ela está expressa nas palavras ditas pelo próprio Deus por intermédio de seu profeta, as quais encontram-se em Isaías 40:25. “A quem, pois, me comparareis para que lhe seja igual? – diz o Santo”